domingo, 19 de dezembro de 2010

Carlos Roberto de Souza

Criar seu atalho

Let it be ( Deixa estar )


Quando Sir Paul MacCartney veio ao Brasil, lembrei- me de uma das suas mais belas canções: Let it be (Deixa estar). Tem horas na Vida, que é melhor mesmo "deixar estar".
Quem lhe falava estas simples palavras, segundo Paul, era sua mãe, Mary, em todas as ocasiões tristes, solitárias, em que não se via saída...
Então Mary lhe dizia: -" Quando a noite está nublada, há ainda uma luz que brilha em mim, brilha até manhã, então, deixa estar". "Quando me encontro em tempos difíceis, mãe Mary vem para mim, falando palavras de sabedoria, deixa estar".
"E nas horas de escuridão, ela estará em pé bem na minha frente, dizendo: Deixa estar!"
Sábias palavras, que expressam uma certeza que só os mais velhos tem, a experiência, o de já ter vivido coisas semelhantes, instantes repetidos, velhos replays de vidas que se repetem, de já se ter passado por esta velha estrada, de já se ter sido jovem também, bem antes, mas com os mesmos problemas, os velhos dilemas de sempre, desde que nesta Vida o ser humano tem andado.
A Vida é bem maior do que a nossa capacidade para vivê- la...
E o passado? Será mesmo uma "velha roupa"... que já não nos serve mais ?...
Nessas ocasiões, me lembro também de minha mãe, dizendo umas palavras semelhantes:"O que não tem remédio... remediado está!"
Muitas vezes, as coisas se resolvem por sí só, a Vida conserta- se por sí mesma, os acontecimentos se ajeitam, com os remédios que só os diam possuem.
Por isso caro amigo, Deixa estar, não atropele a Vida, afinal ela é mais velha que você. E sabe muito mais...

domingo, 5 de dezembro de 2010

Qual é a sua operadora de celular?

Sapato Velho



É uma das canções mais lindas que existe. Uma das minhas preferidas...
Veja se você gosta !!!

domingo, 21 de novembro de 2010

INSTANTES


Se eu pudesse viver novamente a minha vida, na próxima trataria de cometer mais erros.
Não tentaria ser tão perfeito, relaxaria mais.
Seria mais tolo ainda do que tenho sido, na verdade bem poucas coisas levaria a sério.
Correria mais riscos, viajaria mais, contemplaria mais entardeceres, subiria mais montanhas, nadaria mais rios.
Iria a mais lugares onde nunca fui, tomaria mais sorvete e menos lentilha, teria mais problemas reais e menos problemas imaginários.
Eu fui uma dessas pessoas que viveu sensata e produtivamente cada minuto da sua vida; claro que tive momentos de alegria.
Mas, se pudesse voltar a viver, trataria de ter somente bons momentos.
Porque, se não sabem, disso é feita a vida, só de momentos, não percas o agora.
Eu era um desses que nunca ia a parte alguma sem um termômetro, uma bolsa de água quente, um guarda-chuva e um páraquedas: se voltasse a viver, viajaria mais leve.
Se eu pudesse voltar a viver, começaria a andar descalço no começo da primavera e continuaria assim até o fim do outono.
Daria mais voltas na minha rua, contemplaria mais amanheceres e brincaria com mais crianças, se tivesse outra vez uma vida pela frente.
Mas, já viram, tenho 85 anos e sei que estou morrendo.

O argentino Jorge Luiz Borges, que escreveu este belíssimo texto, faleceu em 1987, e é considerado um dos maiores escritores do século. Mas, que não viveu intensamente a vida, como deveria, como lamenta no que confessou aqui.
Viver bem é uma arte. Goste da vida e ela gostará de você.

domingo, 7 de novembro de 2010

AVE MARIA



Simplesmente sublime !!! Ótimo remédio para apascentar a alma e o coração !!!

domingo, 31 de outubro de 2010